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CATALEPSIA
CATALEPSIA


Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam moles, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação.

No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.

O estado de morte aparente pode surgir em casos de asfixia, intoxicação, soterramento, afogamento, enfarte fulminante ou hipotermia .

Nem a falta de respiração ou batimentos cardíacos significa, necessariamente, ausência de vida. Místicos e faquires indianos que praticam a postura Khé-chari-mudra (suspensão da respiração perceptível) permanecem muitas horas nesse estado. Também na índia, cardiologistas descobriram que certas posições iogas permitem paralisar o coração.

Um exame confiável para reduzir as chances de erro é a realização de exames com eletrocardiograma e eletroencefalograma.

No Vietnã "milhões de pessoas já foram enterradas vivas por ausência constatada dos chamados sinais vitais", afirma o médico francês Perón Autret. Após um profundo estudo sobre a morte ele publicou na década de 70 o livro Os enterrados vivos com revelações assustadoras sobre o assunto.

Cita a estatística levantada pelo exército norte-americano durante a guerra do Vietnã. Quando os soldados mortos eram repatriados, a lei obrigava as autoridades abrirem os caixões.

Graças a isso, constatou-se que quatro por cento dos soldados aparentemente foram encaixotados vivos. Alta patente militar chegou a propor que os combatentes fossem enterrados com frascos de clorofôrmio ao alcance da mão para abreviar o sofrimento.

A causa de tanto infortúnio são ataques catalépticos mal diagnosticados.

Em séculos passados, quem "resolvesse" se levantar da tumba era tomado por vampiro e ganhava esse estigma da sociedade.

O mais célebre caso foi o de Lázaro, salvo por Jesus Cristo. Quando ele adoeceu, Jesus disse: "está enfermidade não é de morte". Porém, na volta do Messias a Betânia, Lázaro, irmão de Marta e Maria, já havia sido sepultado há quatro dias. Ao saber das más notícias, pelas irmãs inconsoláveis, Jesus pediu para ser conduzido à caverna onde jazia o corpo de Lázaro. Mandou que retirassem a pedra da entrada. Gritou: "Lázaro, sai!". E o morto saiu, ainda com as ataduras e o sudário.

Lenda urbana : Velório do ator Sérgio Cardoso

Quando se fala em casos de gente enterrada viva, o nome do ator Sérgio Cardoso está na ponta da língua. Falecido em 18 de agosto de 1972, seu corpo foi enterrado no cemitério São João Batista o enterro foi acompanhado por mais de dez mil pessoas, que choravam e gritavam.Na época surgiu uma LENDA URBANA de que Sérgio Cardoso tinha sido enterrado vivo . O boato surgiu em parte porque Sérgio Cardoso tinha "um aspecto bem disposto durante o velório".

Segundo notícias da época, conta que Erik, o maquiador da emissora (TV GLOBO), confessou mais tarde ter caprichado em sua arte para dar vida ao rosto do falecido durante o velório.

Levantada a suspeita, nada ficou comprovado até hoje. Porém, em dezembro de 1979, uma edição do programa Fantástico colocou Sérgio Cardoso entre os exemplos dramáticos de morte aparente.

O jornalista Odilon Coutinho, autor da matéria, ouviu o covoeiro paulista que comentaram o boato de um tabelião que teria, por sua vez, recebido do ator queixas do medo de ser enterrado vivo se sofresse um ataque de catalepsia.

Diz ainda a LENDA URBANA, de que o corpo de Sérgio Cardoso havia sido exumado e estaria deitado de bruços no caixão. Mas uma exumação envolve uma burocracia enorme e só pode ser realizada em presença de alguém da família. Como isso foi feito e ninguém ficou sabendo?

Crônica : Às vezes acontece ....em algum velório ....

Eles vão chegando com ar de seriedade e mal se cumprimentam somente um mísero "boa-noite".

Vão se apertando, em volta do falecido, que fica sempre no centro da sala, quieto e sério em seu caixão.

As pessoas quase não falam, como que prevendo o fim que aguarda à todos algum dia.

Quando falam, sempre em voz baixa, quase num cochicho. Às vezes, são servidos pão com mortadela e café , e algumas vezes, uma rodada de uma boa caninha .

Ninguém mais se lembra de que está num velório . Os rapazes dão espiadas rápidas em direção às meninas .

Começam a contar piadas, que pipocam de todos os lados e vão ficando picantes.

Os risos começam a ocupar todos os cantos da sala , só então recordam que estão num velório. O silêncio volta a reinar.

É a hora das despedidas, dos choros e soluços, o morto é homenageado como merece, porque ele foi um santo. Todos nesta hora são santos, todos os pecados foram perdoados, o defunto está pronto para o confronto final com São Pedro.

O enterro prossegue, todos vão acompanhar em silêncio, caminhando atrás em fila indiana.

 

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