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DIAMANTE
DIAMANTE


Diamantes sintéticos

 

O diamante -- formado no interior da Terra, a 150 quilômetros de profundidade, em meio a altíssimas temperaturas (até 2.000°C) e pressões (70 toneladas por cm2) -- é o produto mais duro que existe na natureza. Há séculos que o homem tenta produzi-lo artificialmente, mas a primeira síntese oficial ocorreu em 1954, pela General Eletric. Hoje, somente cerca de 17 países sintetizam o produto.

 

Para pessoas que não podem arcar com o custo dos diamantes reais ou desejam 100% de garantia de que seus diamantes não provêm de regiões de conflito, os diamantes sintéticos são um bom substituto. Por muitos anos, a única opção sintética disponível era o zircônio cúbico, mas agora os consumidores podem optar por um material conhecido por moissanite, e também por diamantes artificiais.

 

O Brasil acaba de entrar no restrito grupo de países que dominam a tecnologia da síntese de diamantes, indispensável para a produção de equipamentos e ferramentas utilizados em 60% da indústria brasileira, inclusive no setor de petróleo. Os primeiros 10 mil quilates de diamante sintético produzidos na América do Sul saíram de Campos, na Região Norte Fluminense.

 

A produção anual está em mais de 500 milhões de quilates por ano, sendo que dois terços da produção correspondem a apenas quatro países -- Estados Unidos, Irlanda, Rússia e África do Sul. No Brasil, a primeira síntese de diamante sintético foi realizada em 1987, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.