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MOÇAMBIQUE
MOÇAMBIQUE


Nome:República de Moçambique

Presidente:Armando Emílio Guebuza

Primeira-Ministra:Luísa Dias Diogo

Sistema Político:Democracia Multipartidária

Data da Independência:25 de Junho de 1975

Resumo Histórico Resenha histórica do país desde o período colonial até ao período pós – independência.

Língua Oficial:Português

Outras Línguas Nacionais- cicopi, cinyanja, cinyungwe, cisenga, cishona, ciyao, echuwabo, ekoti, elomwe, gitonga, maconde (ou shimakonde), kimwani, macua (ou emakhuwa), memane, suaíli (ou kiswahili), suazi (ou swazi ), xichanga, xironga, xitswa e zulu.

Capital:Cidade de Maputo

Recursos Naturais:Energia Hidroelétrica, gás natural, carvão, minerais ( titânio, grafite, ...) e, madeiras .

Principais Exportações:Camarões; algodão; caju; açúcar e chá.

Moeda: Metical

Área aproximada:799.380 Km2

Fronteiras: Ao norte com a República da Tanzânia, a noroeste com o Malawi e a Zâmbia, a oeste com o Zimbabwe e a República da África do Sul, e a sul com a Suazilândia e ainda a África do Sul.

Clima: O clima em Moçambique é de uma maneira geral tropical e úmido.

A Embaixada do Brasil em Maputo desempenha funções de representação, negociação, promoção comercial, difusão cultural e divulgação do Brasil em Moçambique.

Nesse sentido, a Embaixada desenvolve e acompanha atividades que promovam o adensamento das relações Brasil - Moçambique nas áreas política, econômica, cultural, científico-tecnólogica , comercial e de cooperação. A Embaixada também é responsável pelas relações bilaterais do Brasil com Madagascar, Seicheles e Suazilândia.

 Petróleo em Moçambique

Segundo informações de Maputo , as autoridades moçambicanas, acabam de revelar a existência de fortes indícios de ocorrência de petróleo, na bacia do Rovuma e no Delta do Zambeze, norte e centro de Moçambique.

As pesquisas de petróleo em Moçambique, duram há pouco mais de duas décadas, e nos últimos tempos assumiram uma maior predominância, devido ao atraente preço do crude no mercado internacional.

As emergentes economias da China e Índia, tidas como as grandes consumidoras do petróleo na atualidade, precipitaram as pesquisas de petróleo pelo mundo, pelas grandes multinacionais petrolíferas.

Entre as companhias interessadas pelas pesquisas de petróleo na Bacia do Rovuma estão empresas de origem britânica, americana, malaia, indiana e norueguesa.

O governo moçambicano convidou um total de 30 empresas, no quadro do concurso internacional mas só 25 firmas petrolíferas responderam positivamente ao convite.

Contudo, a companhia petrolífera malaia, Petronas, começa no primeiro semestre deste ano a sua fase II de pesquisas de petróleo no Delta do Zambeze.

As pesquisas em curso no Delta do Zambeze, mostram-se animadoras, disse o PCA, do Petróleo, Engº Arsénio Mabote.

O «dia dos mártires da repressão colonial»

45.º aniversário dos massacres da Baixa de Cassange

Angola celebra hoje o «Dia das Vítimas da Repressão Colonial», que coincide com o 45.º aniversário dos massacres da Baixa de Cassange, a 4 de Janeiro de 1961.

O programa das comemorações organizadas pelo Governo da Província de Luanda incluía também uma romagem ao túmulo do soldado desconhecido, no cemitério da Santa Ana, em homenagem às vítimas (massacre) da Baixa de Cassange.

O «Jornal de Angola», único diário angolano dedicou hoje a sua manchete aos «mártires da repressão colonial» e publicou uma extensa evocação da efeméride pelo seu correspondente em Malange.

Adelino Ngunza escreveu que «o 4 de Janeiro foi um dos acontecimentos mais trágicos» protagonizado pelo regime colonial português.

Segundo o «Jornal de Angola» a revolta dos trabalhadores das plantações de algodão da companhia belga Cotonang foi «barbaramente reprimida» nomeadamente com bombardeamentos aéreos contra aldeias e concentrações de grevistas que ceifaram «a vida de milhares de angolanos - homens, mulheres e crianças».

Em Portugal, a morte de dezenas de colonos portugueses massacrados com as suas famílias provocou uma profunda emoção e abalou o mito do «Portugal uno do Minho a Timor».

Segundo o «Jornal de Angola» «a bravura, coragem e determinação demonstrados pelos habitantes da Baixa de Cassange serviram para mostrar a África e o mundo de que o povo angolano queria ser dono dos destinos do seu próprio país».

Lula ( Presidente do Brasil)  visita Moçambique

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou  visita a Moçambique, acompanhado dos ministros das Relações Exteriores, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Saúde, e dos presidentes da Embrapa, do SESI e Fiocruz.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, também acompanhou  o presidente uma delegação empresarial que participará de seminário com intuito de identificar novas oportunidades de negócios com Moçambique.

Em Maputo, na capital, o presidente Lula inaugurou  o Escritório Regional para África da Fundação Oswaldo Cruz. A Representação da Fiocruz possibilitará diálogo mais ágil com os setores de saúde dos países africanos, desenvolvimento de novos projetos de cooperação e transferência de experiências brasileiras em políticas públicas de saúde.

Além disso, Lula deve anunciou  medidas para a implantação, com cooperação brasileira, de fábrica de anti-retrovirais e outros medicamentos em Moçambique, projeto liderado pelos Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores.

A iniciativa busca contribuir para o reforço moçambicano de enfrentar os desafios no setor de saúde, particularmente o combate à AIDS, cuja incidência no país vem aumentando nos últimos anos. Apesar dos esforços do governo, a estimativa é que mais de 80% dos infectados não tenham tratamento adequado. A produção de medicamentos anti-retrovirais no país contribuirá para aliviar esse quadro.

Ainda, deverão ser assinados atos bilaterais nas áreas de cooperação audiovisual e cinematográfica, cooperação esportiva e educação nutricional, além de memorando para a cessão de terrenos para as respectivas embaixadas em Brasília e em Maputo.